Nazarene - William C. Wilson

William C. Wilson superou muitas das contradições da Igreja do Nazareno primitiva. Ele superou seu regionalismo subjacente, conhecendo bem as atitudes seccionais de seu Sul nativo, enquanto crescia para apreciar o ethos da Califórnia do início do século XX. Da mesma forma, ele superou a mente dividida da denominação inicial sobre a ética, entendendo (e por um tempo pregando) uma ética do legalismo, mas gradualmente aceitando a visão de que a santidade fornece liberdade, não lei, na vida cristã. Ele pregava a realidade das experiências da graça na crise, mas reconheceu que seu chamado para pregar era uma consciência gradual, e não a distinta "voz de Deus”, a qual associados, às vezes testemunhavam. Como superintendente distrito nos primórdios, ele foi pressionado à vida administrativa de uma denominação infante, embora seu maior amor fosse a pregação - uma vocação que ele também despertou em três de seus filhos. Finalmente, em um momento em que Wilson não poderia fazer sacrifícios financeiros, ele foi eleito superintendente geral de sua igreja, embora a remuneração da posição mal se qualificasse como renda suplementar.

Wilson enfrentou as ironias de sua vida com grande graça. Ele era, acima de tudo, um pregador da reconciliação, primeiro entre os pecadores e a Divina Graça; Em segundo lugar, entre aqueles que confessam juntos sua lealdade a Cristo e a Sua Igreja.

Seu ministério foi assistido por esposas e filhos que conheciam, pessoalmente, a graça a qual ele pregava. Seus filhos mais velhos experimentaram o sofrimento da morte de sua jovem mãe, a ruptura de sua casa e a ressurreição da família após o novo casamento de Wilson. Juntos, a família Wilson experimentou a impotência da morte de um bebê e a perda trágica de uma criança já crescida pouco depois do seu casamento. Mas eles também experimentaram reuniões alegres, gozaram de "bons pastoreados", e encontraram tempo na Califórnia para passar momentos felizes juntos na praia.

Somente o falecido Mallalieu Wilson poderia ter escrito este retrato íntimo de seu pai, W. C. Wilson. Mallalieu Wilson conheceu pessoalmente muitos dos fundadores da Igreja do Nazareno. De fato, ele pode ser caracterizado como um dos seus "jovens fundadores". Nascido em 1898, ele foi criado entre as igrejas nazarenas da Costa Oeste, onde participou de seus programas pioneiros de juventude. Ele cresceu em torno de Phineas Bresee, John Goodwin, Edward F. Walker, A. O. Henricks, E. P. Ellyson, Seth Rees e outros que lideraram a igreja no sul da Califórnia e além. Ele os conheceu através da igreja, acampamentos, assembléia distrital e através da comunidade íntima de Pasadena e sua Universidade Nazarena (mais tarde Faculdade de Pasadena), onde ele foi líder estudantil tanto na Academia (ensino médio) quanto na Faculdade.

Este relato reflete a visão de Mallalieu Wilson sobre personalidades que moldaram a Igreja do Nazareno em seus anos formativos. Por trás de suas opiniões há, às vezes, as opiniões de seu pai. Mas o livro não é apenas sobre Nazarenos; Ele também foca em pessoas e questões significativas no Movimento de Santidade mais amplo.

Acima de tudo, ele registra a história de William C. Wilson, cuja jornada de fé o conduziu através da paisagem de seitas de santidade dispersas na Igreja do Nazareno e de um extremo da nação para o outro. Na providência de Deus, Wilson foi eleito por colegas e leigos para ser um de seus superintendentes gerais.

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